Não sei o que escrever... escrevam vocês. :)
Sinceramente, não tenho nada de concreto para lançar um post neste Blog... por isso, escrevam vocês aqui o que vos vai na alma.
A Páscoa está aí, é já neste Domingo, e com isso, as habituais celebrações. Vou tentar acompanhar, e depois mostrar aqui neste Blog como é a Páscoa na nossa Vila do Ferro.
A Páscoa está aí, é já neste Domingo, e com isso, as habituais celebrações. Vou tentar acompanhar, e depois mostrar aqui neste Blog como é a Páscoa na nossa Vila do Ferro.
Comentários
Eram bons tempos...
E a Sra. Joaquina uma Santa senhora.
A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canónico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto (Portugal, PALOP's e Timor) Egito (Brasil).
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach(Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VII, Beda.
Origem dos símbolos
É sugerido por alguns historiadores que muitos dos actuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos de chocolate, ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pessach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os persas, romanos, judeus e arménios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.
Ishtar tinha alguns rituais de carácter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milénio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantém-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da primavera.
Ovo de Páscoa
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã. O hábito de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-os com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súbditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecerá apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
O Danitri não diz nada, ele até nem sabe o que escrever...
Um blog que é feito nos comentários é para rir.
Escreva é conteudos!
Êl aroga etse missa es serevit aicnêicap.
É etsirt odnauq oãn es ebecrep a ainori...
Oçarba a sodot
Essa de escrever ao contrário está muito gira...not!
Crescam!
Ainda tas crú nestas andaças...
Mas vá, começas a apanhar o jeito... lol
Vê lá então se percebes o que quero dizer...
José Paulo Bernardo está também referenciado num outro processo, que desde 2001 corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), onde se investigam indícios de tráfico de influências, corrupção, financiamento a partidos e branqueamento de capitais, e que tem como figura principal o actual presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo.
:D
Se não fosses tão ridiculo, tinha pena de ti. Assim só me resta dizer-te, que não consegues enganar ninguém, e que considerares-te um pobre, só se te considerares de espirito, pois isso és sem réstia de dúvida.
Quanto aos outros leitores, desejo-lhes uma boa páscoa.
Parabéns Sr.Dotejo.
Um relato deveras impressionante, que nos leva à saudade e lembrança dos tempos em que, miúdos ainda,viviamos e sentíamos com intensidade esta época Pascal.
Não fica mal, recordar tempos em que os usos e costumes eram diferentes...eram da época e cada época tem a sua história...e que nos deixaram marcas de uma vida cheia de VIDAS...
Por estes testemunhos, um abraço..
E já agora...que bonito seria ver os putos suados e cansados por um dia de " rebatina " atrás do Sr. Prior..
O pior era chegar a casa, com buracos nas calças...e logo nos joelhos....
A mãe, chegava-lhe a roupa ao pêlo...mas....a história ficaria para contar aos netos...
Boa Páscoa
ZECA ELIAS
Foi um post ao nivel dos do danitri quando vem para aqui chorar que se vai embora e que não aguenta mais...
Como diz a juve leo:
"Só eu sei porque volto a este blog!"